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Mostrando postagens de Fevereiro 11, 2015

Faça um planejamento financeiro que realmente funcione

Ninguém quer viver seguindo planilhas. Nem contar quantos pães de queijo vai comprar na padaria. Nem deixar de se vestir bem, de ter uma casa confortável e de cometer uma extravagância de vez em quando. O que a gente quer é viver sem se preocupar tanto com o preço. Nesse embate entre controle e gasto, vamos oscilando entre algumas posturas: as vezes nos aproveitamos do charme de dizer “não ligo para dinheiro”, outras vezes (por uma semana ou duas) começamos a anotar todos os nossos gastos, bala por bala, outras vezes, medrosos e sem espaço para simplesmente parar, nos recusamos a olhar para o extrato bancário. Uma parte bem grande da nossa repulsa por planejamento surge a partir de um grande mal entendido. Se planejar não é contar centavo por centavo, nem anotar tudo num aplicativo de celular. Se planejar é saber o que é importante para você, e colocar sua energia nessa direção. E por energia, me refiro a tempo, atenção, dinheiro, enfim, todos os recursos finitos que manipulamos todos os…

Coisas de homem, parte 1

Homem que é homem faz coisas de homem. Frequenta estabelecimentos de homem. Vê filmes de homem. Bebe bebidas de homem. Come comida de homem. Cospe, arrota, flatula. E depois vai ao cabeleireiro.
Nem todas as coisas são coisas de homem. E, sobretudo, nem todas as coisas têm o direito de se chamar coisas de homem. É que uma coisa de homem não é uma coisa qualquer. Para ser de homem, todos os componentes individuais que em conjunto constituem essa coisa têm de ser de homem. E basta que um desses componentes não seja de homem para que essa coisa deixe de ser uma coisa de homem. Como uma feijoada de soja.
Quando um homem vai ao cinema, há regras para garantir que vai ver um filme de homem. Regras que variam consoante ele for ao cinema com os amigos ou com uma amiga. Se vai com uma amiga, todos os filmes são filmes de homem desde que sirvam para aumentar as chances de forrobodó no final. Incluindo quaisquer golpes baixos, como deitar umas gotas de soro fisiológico nos olhos no fim do filme pa…

Não diga isto a uma mulher

O sexo fala por si próprio. Se for bom, claro. E quando não é, há que usar as palavras. Mas saiba escolhê-las bem ou pode estragar tudo!
O AMOR PODE SER UMA CONFUSÃO (E NÃO APENAS NA CAMA), mas para facilitar um pouco as coisas, às vezes é necessário ter uma conversa difícil. E não vai acontecer nada de mal se souber como tê-la. Deverá aprender o vocabulário necessário para tratar temas delicados. Além disso, ajudá-lo-á a satisfazer melhor a sua parceira. De facto, num estudo recentemente publicado no Journal of Couple &
Relationship Therapy, observou-se que a comunicação é o fator mais crucial para o êxito de um casal: é ainda mais importante do que o sexo. Por isso, deveria fazer uma pausa antes de abrir a boca e dizer algo de que se possa arrepender. Falámos com especialistas para apurar como pode tirar proveito de uma conversa que se calhar preferia não ter, seguida de uma boa sessão de sexo.

Esse orgasmo soou mais falso do que um playback” Não a acuse. Trate deste assunto longe…

Sem pressas

Engolir uma sandes sem se levantar não conta como pausa. De acordo com um estudo recentemente publicado na revista Appetite, comer lentamente pode ajudá-lo a comer menos a meio da tarde. Os participantes deste estudo, que mastigavam cada dentada durante 30 segundos, comiam menos de metade do que aqueles que mastigavam a um ritmo normal.
Baixe o ritmo a que come e perderá mais quilos!