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Quem realmente manda?


As mulheres que odeiam os homens!
A pior forma de violência doméstica praticada pelas mulheres é o sorriso. Regra geral, quanto maior for o sorriso da mulher quando o homem chega a casa, maior vai ser a “carga de pancada que vai levar”. E tudo devido a duas perguntas que uma mulher pode fazer...

Um homem que tem uma mulher à sua espera quando chega à casa só tem medo de duas perguntas: “Você sabe que dia é hoje?” e “Não notou nada diferente?”. Perguntas que são, na verdade, ardilosas armadilhas. E como qualquer boa armadilha, a presa só dá por ela quando já tem uma garra de aço ferrada na perna, impedindo qualquer tentativa de fuga.

“Sabe que dia é hoje?”. Feita por qualquer outra pessoa, esta pergunta seria um indicador de que um dos interlocutores estaria a indagar o outro sobre o espaço temporal em que ambos se encontram naquele dado momento. Já a mulher procura indagar sobre uma efeméride relacionada com a relação. Ora, para o homem só há duas efemérides numa relação: o aniversário dela e o de namoro (ou casamento). Já para a mulher há trezentas e sessenta e cinco. Ou trezentas e sessenta e seis, em anos bissextos. Das mais gerais, como “Hoje fazemos 47 dias de namoro”, às mais específicas como “Faz hoje precisamente dois anos, três meses e doze dias que fomos pela primeira vez ao cinema, à Real D do Cinemax”. A reação mais comum de um homem perante a pergunta “Sabe que dia é hoje?” é responder “Do mês ou dia da semana?”. Atenção: nunca devem dar esta resposta se quiserem manter em aberto a hipótese de galhofa nesse dia. Por outro lado, pode ser uma pergunta com rasteira, destinada a infligir uma dor aguda no cérebro do homem, enquanto este procura em vão recordar o que deveria estar a celebrar nesse dia. Nesta situação, os homens tendem a optar por uma de duas abordagens. A primeira é a resposta confiante, “Sim, sei que dia é hoje. É segunda-feira e não fazemos aniversário de nada. A que horas é o jantar?”. A segunda é a abordagem da tentativa e erro: “Fazemos meses de namoro? É o aniversário do nosso primeiro beijo? O dia em que nos conhecemos faz anos?”. Por um lado, se desafiar o bluff, rapidamente passa a ser o aniversário da primeira vez em que foram juntos às compras. Se, por sua vez, tentar adivinhar, a resposta da mulher é inevitavelmente: “Se não sabe também não te vou dizer”. Em ambos os casos, você está ferrado...

“Não notou nada de diferente?”. Esta pergunta é, ao mesmo tempo, uma armadilha e um jogo. Para ganhar não só é necessário observar com atenção toda a mulher, como compará-la com a imagem mental que tem dela do dia anterior. O cabelo, as unhas e a roupa são as áreas que merecem mais atenção, pois geralmente são as mais propícias a mudanças. Mas, uma vez mais, vamos por partes. O cabelo. Para uma mulher há qualquer coisa como infinitas combinações de cortes e arranjos de cabelo. Por outro lado, o único que se tornaria evidente para um homem seria se ela o rapasse à máquina zero. Coisa que raramente sucede. Há três palavras que nenhum homem deseja ouvir quando se trata do cabelo da mulher, a saber – “Cortei as pontas”. Não há corte de cabelo mais temido pelos homens ao longo da história como o corte das pontas. Isto porque a lógica masculina não compreende o conceito de cortar as pontas. Para um homem, mesmo quando se corta as pontas, os cabelos, apesar de ligeiramente mais curtos, continuam a ter pontas. E a única maneira de cortar verdadeiramente as pontas é rapar à máquina zero. Em relação às unhas, o problema reside principalmente no espectro de cores visível ao olho masculino. Para um homem existem sete ou oito cores distintas e nenhuma delas é fúcsia, turquesa ou vermelho-bagas-silvestres. Para uma mulher o verde-folha-de-babaçu-do-amazonas faz tão parte do seu dia a dia como o azul ou o preto. Quanto à roupa, o erro mais normal que os homens cometem é pensar que devem apenas ficar atentos às peças de roupa nova da mulher. Se pensarmos bem, essas são relativamente fáceis de identificar, até porque, em muitos casos, os homens são forçados a acompanhar as mulheres no decatlo das compras. O verdadeiro problema reside nas novas combinações de roupas velhas. Aliás, é coisa para estar cientificamente provado que a primeira vez que aquele vestido branco que ela já vestiu mil vezes se apresenta no mesmo conjunto que o cinto castanho que ela já usou outras tantas, liberta as mesmas hormonais que usar uma peça nova.


Eis o que deve fazer para que não seja nunca mais apanhado desprevenido por estas duas perguntas assim que chega a casa: primeiro, e mais importante, não deixe que seja a mulher a proferir as primeiras palavras da conversa. Isto é fundamental. Mesmo que ela comece por dizer “Olá querido, como foi no trabalho?”, a frase completa que ela vai dizer é “Olá querido, como foi
no trabalho? Sabe que dia é hoje?”. Depois, resta memorizar e repetir a seguinte frase: “Querida, hoje pode ser ou não ser o aniversário de um episódio marcante da nossa vida enquanto casal ou simplesmente para ti em particular e no caso de o ser quero que saibas que não me esqueci deste marco que é tão importante para mim e mesmo que não seja aproveito para te dizer que quando for estarei ao teu lado para celebrar, mas para o caso de ser, não quero tirar o prazer de me dizer qual é, até porque você conta a história muito melhor do que eu e gostaria também de acrescentar que pode ter ou não ter feito uma mudança na aparência da tua pessoa que pode ter sido, mas não tem que o ser necessariamente no cabelo e ou nas unhas e ou na roupa que está a vestir e quero aproveitar esta oportunidade para dizer que você fica muito bem e está linda com isto, não estou querendo dizer que precisa fazer qualquer mudança para ficar bonita, porque você já é bonita todos os dias, mas no caso de ter feito, queria apenas dizer que reparei nela em particular e no geral me agradou muito, como tudo o que você faz. A propósito, a que horas é o jantar?”.

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