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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

O caminho do Zen...

Para viver mais

1/ A sua mente
Desligue o seu smartphone com uma pontualidade britânica! As pessoas que deixam de ler os e-mails ou olhar para o telemóvel sempre à mesma hora do dia dormem melhor do que as que não colocam um limite, revela um estudo da Universidade de Northern Illinois (EUA). Estabelecer uma hora para dizer “basta” ajuda-o a desligar-se psicologicamente do seu trabalho.
2/ Os seus olhos
Experimente uma nova postura na cama. Um estudo australiano concluiu que dormir de barriga para baixo pode aumentar a pressão do fluido dos olhos, o que pode aumentar o risco de sofrer de glaucoma ou piorar a qualidade da visão. Durma de barriga para cima. Se sofrer de apneia, adormeça do lado direito, tal como aconselham os investigadores australianos responsáveis por este estudo.
3/ Os seus dentes
A saliva elimina os germes e banha os seus dentes em minerais reconstituintes. Todavia, quando dorme produz uma quantidade menor. Antes de se deitar, escove bem os dentes com uma pasta com flúor e, de seguid…

A crise do 30

Descobri que para chegar aos 30 é inevitável sofrer uma pressão maior que os preparativos para o vestibular. Estou a alguns meses de cruzar a estrada sem volta (como diria mamãe) e já sinto todo o peso e responsabilidade da mudança de idade.
Tentar racionalizar nesta fase pode parecer fácil, afinal completar 30 anos também é sinal de maturidade, independência ou como preferem definir meus amigos: é a época em que tudo é possível e, principalmente, quando você se torna o dono do mundo. Embora eu achasse que tinha vivido esta fase durante a adolescência.
Descobri que chegar aos 30 é um retrocesso para a adolescência. Observei em meus amigos, e outros que já ultrapassaram a linha de chegada, claras demonstrações, como o fato de se sentirem realizados, satisfeitos com a sua verdadeira "maioridade". Mas, ao mesmo tempo, observo que a maioria tem atitudes muito mais infantis que anteriormente.
Percebi que para ter ou ser bem aceito nos grupos dos balzaquianos é preciso frequentar bar…

Dane-se a motivação, o que você precisa é disciplina

Levar as tarefas a cabo causa os estados interiores que procrastinadores crônicos acreditam que precisam para iniciar as tarefas


Para fazer qualquer coisa, há basicamente duas formas de se colocar numa situação em que aquilo efetivamente vai ser feito. A primeira opção, mais popular e devastadoramente errônea, é tentar se automotivar. A segunda, uma escolha um tanto impopular e completamente correta, é cultivar a disciplina. Trata-se de uma daquelas situações onde adotar uma perspectiva diversa redunda em resultados superiores imediatamente. Poucos usos do termo “mudança de paradigma” são realmente legítimos, mas aqui temos um deles. É como acender a lâmpada em cima da cabeça. Qual é a diferença? A motivação, falando de modo geral, opera sob a presunção errônea de que é necessário um estado mental ou emocional particular para que uma tarefa seja realizada. Isso está completamente invertido. A disciplina, em vez disso, separa o funcionamento externo dos sentimentos e mudanças de humor, e assim…

Faça um planejamento financeiro que realmente funcione

Ninguém quer viver seguindo planilhas. Nem contar quantos pães de queijo vai comprar na padaria. Nem deixar de se vestir bem, de ter uma casa confortável e de cometer uma extravagância de vez em quando. O que a gente quer é viver sem se preocupar tanto com o preço. Nesse embate entre controle e gasto, vamos oscilando entre algumas posturas: as vezes nos aproveitamos do charme de dizer “não ligo para dinheiro”, outras vezes (por uma semana ou duas) começamos a anotar todos os nossos gastos, bala por bala, outras vezes, medrosos e sem espaço para simplesmente parar, nos recusamos a olhar para o extrato bancário. Uma parte bem grande da nossa repulsa por planejamento surge a partir de um grande mal entendido. Se planejar não é contar centavo por centavo, nem anotar tudo num aplicativo de celular. Se planejar é saber o que é importante para você, e colocar sua energia nessa direção. E por energia, me refiro a tempo, atenção, dinheiro, enfim, todos os recursos finitos que manipulamos todos os…

Coisas de homem, parte 1

Homem que é homem faz coisas de homem. Frequenta estabelecimentos de homem. Vê filmes de homem. Bebe bebidas de homem. Come comida de homem. Cospe, arrota, flatula. E depois vai ao cabeleireiro.
Nem todas as coisas são coisas de homem. E, sobretudo, nem todas as coisas têm o direito de se chamar coisas de homem. É que uma coisa de homem não é uma coisa qualquer. Para ser de homem, todos os componentes individuais que em conjunto constituem essa coisa têm de ser de homem. E basta que um desses componentes não seja de homem para que essa coisa deixe de ser uma coisa de homem. Como uma feijoada de soja.
Quando um homem vai ao cinema, há regras para garantir que vai ver um filme de homem. Regras que variam consoante ele for ao cinema com os amigos ou com uma amiga. Se vai com uma amiga, todos os filmes são filmes de homem desde que sirvam para aumentar as chances de forrobodó no final. Incluindo quaisquer golpes baixos, como deitar umas gotas de soro fisiológico nos olhos no fim do filme pa…

Não diga isto a uma mulher

O sexo fala por si próprio. Se for bom, claro. E quando não é, há que usar as palavras. Mas saiba escolhê-las bem ou pode estragar tudo!
O AMOR PODE SER UMA CONFUSÃO (E NÃO APENAS NA CAMA), mas para facilitar um pouco as coisas, às vezes é necessário ter uma conversa difícil. E não vai acontecer nada de mal se souber como tê-la. Deverá aprender o vocabulário necessário para tratar temas delicados. Além disso, ajudá-lo-á a satisfazer melhor a sua parceira. De facto, num estudo recentemente publicado no Journal of Couple &
Relationship Therapy, observou-se que a comunicação é o fator mais crucial para o êxito de um casal: é ainda mais importante do que o sexo. Por isso, deveria fazer uma pausa antes de abrir a boca e dizer algo de que se possa arrepender. Falámos com especialistas para apurar como pode tirar proveito de uma conversa que se calhar preferia não ter, seguida de uma boa sessão de sexo.

Esse orgasmo soou mais falso do que um playback” Não a acuse. Trate deste assunto longe…

Sem pressas

Engolir uma sandes sem se levantar não conta como pausa. De acordo com um estudo recentemente publicado na revista Appetite, comer lentamente pode ajudá-lo a comer menos a meio da tarde. Os participantes deste estudo, que mastigavam cada dentada durante 30 segundos, comiam menos de metade do que aqueles que mastigavam a um ritmo normal.
Baixe o ritmo a que come e perderá mais quilos!

36 perguntas para duas pessoas estranhas se apaixonarem

Para além da química e do destino, há pesquisadores que acreditam na possibilidade de dissecarmos os sentimentos de intimidade e atração
Suponha que duas pessoas não se conheçam e elas, por algum motivo, desejem se aproximar romanticamente. 
Alguns vão dizer que a tentativa depende das estrelas, outros vão defender feromônios e há aqueles que talvez acreditem na mais pura sorte.
Em 1995, o psicólogo e pesquisadorArthur Aronconduziu um experimento para testar um método prático que induzisse duas pessoas a se sentirem íntimas. O processo foi realizado com estudantes de psicologia que, sentados em uma sala confortável, receberam três pacotes com uma série de perguntas e a instrução de que o experimento seria uma espécie de jogo agradável, cuja intenção era apenas fazer com que se aproximassem.
O Dr. Aron nos diz em seu estudo que "um padrão chave no desenvolvimento de um relacionamento de proximidade entre duas pessoas é a contínua, crescente, recíproca e íntima abertura.".
Para est…

Zé ninguém

Como um zé se transforma em José, deixando para trás qualquer zé



O José não é só mais um zé não. O José é das antigas e, mesmo hoje, ainda está por lá. Chegou pelas bandas pouco depois da fundação da vila. Veio de longe e trouxe o aprendizado antigo de falar só quando necessário e nunca (nunca mesmo) se separar do verbo "fazer". José é e sempre foi um fazedor. Ajudou na construção de dezena das casas que formariam o núcleo da vila. Socorria com os encanamentos, auxiliava na compra de algumas marmitas em épocas de mutirão, facilitava a distribuição de gás. Nesse começo, o José não ligava de ser chamado de Zé e foi fazendo assim um grupo representativo de amizades. Pagava dose ou outra de cachaça nos botecos, organizava as disputas na sinuca e no truco. O José começou a se fazer numa época em que palavras valiam mais que todas as outras coisas. Virou líder da associação dos moradores da vila, não diretamente, mas indicado pelos residentes mais antigos (e, por isso, mais influente…